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    Postado em 20 de Abril de 2017 às 14h31

    Previdência e Terceirização

    Sindicom Chapecó Previdência e Terceirização Previdência e Terceirização Sindicatos realizam Seminário para orientar categorias sobre Reformas     As diretorias do Sindicato dos Trabalhadores em...

    Previdência e Terceirização
    Sindicatos realizam Seminário para orientar categorias sobre Reformas

        As diretorias do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Chapecó e Região (SITESSCH) e do Sindicato dos Empregados no Comércio (Sindicom), realizaram na noite desta quarta-feira (19) Seminário sobre Reforma da Previdência e Terceirização: O que o futuro nos reserva?. O evento ocorreu na sede do SITESSCH e reuniu diretores, trabalhadores e convidados da base de atuação de ambas as entidades.


        Para proferir o seminário foram convidados o advogado e membro da Comissão de Direito Sindical da OAB Chapecó, Erivelton Konfidera; e a assistente social Elisônia Renk. Mediou os trabalhos o assessor jurídico dos dois sindicatos, advogado Cesar Barella. Ambos abordaram os assuntos que mais vão impactar os trabalhadores caso aprovadas pelo Congresso Nacional. Na avaliação geral, juntamente com a proposta da reforma Trabalhista, os danos serão irreparáveis. “Se aprovadas, retrocederemos muito e o trabalhador será o maior prejudicado”, avalia Konfidera.


        Na mesma lógica, Elisônia Renk enfatizou que, além das perdas futuras com relação à Previdência, caberá aos trabalhadores mais novos ter de ingressar no mercado de trabalho mais cedo e, “mesmo assim, não terão a garantia de aposentadoria diante do cenário da expectativa de vida da população e dos quesitos te integralidade do benefício”.


        As diretorias dos sindicatos realizadores do Seminário chamaram a atenção para que as categorias permaneçam ainda mais unidas e atuantes, participando das mobilizações e eventos sobre os assuntos. “Temos o poder e o dever de não permitir que essas ‘propostas’ passem. Não vamos pagar a conta e deixar que os trabalhadores sejam penalizados’, afirma o presidente do Sindicom, Ivo Pereira Moraes. Para a presidenta do SITESSCH, Maria Salete Cross, essa é a hora de ir para as ruas e de exigir que o governo não mexa nos direitos da população. “Nosso futuro e o das próximas gerações está seriamente ameaçado. Dia 28 de abril será o momento de deixar claro que não vamos aceitar essas afrontas”, disse.


        Outras atividades relacionadas ao tema também foram discutidas de forma específica em cada sindicato.

    Patrícia Duarte/Assessoria





     

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